domingo, 12 de junho de 2011

Passeata encheu a orla de Copacabana em apoio às mobilizações de diversas categorias contra Cabral

 

Créditos da Foto: Dione Lins.

 

imageMilhares de pessoas participaram da passeata na Orla de Copabana neste domingo (dia 12/6). A marcha, organizada por profissionais de educação da rede estadual em greve, em conjunto com os bombeiros do Rio de Janeiro - que também estão mobilizados  e convocaram a população para apoiar a sua luta - coloriu a Avenida Atlântica de vermelho e de gritos de guerra conta a política repressiva do governador Sérgio Cabral, o qual tem um histórico de violência e arbítrio contra aqueles que ousam se manifestar contra os seus projetos que arrocham salários de servidores estaduais e impõem uma lógica mercantilista de gestão para diversos setores do serviço público estadual, como acontece agora com a educação.
Como não poderia deixar de ser, as escolas estaduas em greve se fizeram presentes e mostraram que a categoria está decidida a manter a mobilização até que o gonvernador atenda as suas reivindicações. Profissionoais oriundos de diversos municípios vieram até Copacabana para engrossar a passeata, mas o que chamou a atenção de todos foi a participação e o apoio maciço da população do Rio de Janeiro à luta de bombeiros, educadores, policiais civis e militares e outros setores do funcionalismo que participaram do protesto e ajudaram a denunciar a política repressiva e injusta do governador Sérgio Cabral.
A passeata foi iniciada com a soltura de centenas de balões vermelhos e os gritos dos manifestantes exigindo a imediata anistia dos 439 bombeiros presos durante a manifestação da semana passada no QG da corporação. Políticos dos mais diversos partidos. representações de entidades sindicais e centrais de trabalhadores de vários estados, além de lideranças sindicais fizeram discursos apoiando a luta dos servidores estaduais e a anistia dos bombeiros que respondem a inquéritos administrativos. A professoara Amanda Gurgel estava na manifestação e conclamou a população e aos manifestantes presentes a se engajarem nesta luta e, também, na defesa da educação pública.

Fonte do texto: Site do SEPE

Aos que tem vídeos da passeata, envie-nos o link!

Outros links (da grande mídia) sobre a manifestação:

Portal da Record

matéria 1

matéria 2

 

O DIA

 

O GLOBO

 

Somente um dos grandes jornais informou os dados estimados pelos organizadores (a R7). Mais cedo O GLOBO (que poderia se chamar THE GLOBE, como já sugerido por outros, para maior clareza da sua função)  afirmara que os “milhares” seriam “apenas” 15 mil. Não à toa, quanto mais conservador um jornal, mais a informação tendenciosa com vistas a nos menosprezar. Contudo, à revelia destes interesses… Nosso movimento cresce!

 

TODOS A ASSEMBLÉIA DE TERÇA –FEIRA (14/06)

Club Municipal- Tijuca

Localização Club Municipal, Tijuca.

 

luta educadora.logo

3 comentários:

  1. Temos que iniciar uma campanha na internet contra esta censura da imprensa!!!!!!!!! Mesmo assim a GREVE cresce!!!!!!! Chora The Globo!!!!!
    Saudações
    Rodrigo Lamosa

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  2. Para quem por ventura venha achar que a greve dos Professores é oportunista e sem motivos assista ao filme Quanto vale o Professor e reflita sobre a real condição de trabalho e vida dos profissionais de educação do Estado do Rio de Janeiro.
    Quanto vale o Professor? http://comunidadeestudantildeitaborai.blogspot.com/2011/05/quanto-vale-o-professor.html

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  3. Por que o ato dos bombeiros cria um precedente perigoso

    Os bombeiros assim como qualquer categoria têm o direito de pedir melhoria salarial, ocorre que por servirem junto com a PM, sob regime militar, lhes é vetado o direto à greve. Nos últimos dias o que tenho visto no Rio é um circo. Uma categoria que vem sendo “doutrinada” por políticos faz meses, chega ao ponto de rasgar sua lei militar, invadir um quartel, ocupar e inutilizar viaturas.
    Ora, isso é inadmissível em um estado de direito. Imaginemos se médicos decidem fazer greve, invadir hospitais, furar pneu das ambulâncias e trancar as portas; E se um dia policiais em greve ocuparem os presídios e ameaçarem soltar os presos? Não obstante, teríamos ainda a possibilidade de Soldados do exército em greve, colocarem tanques para obstruir vias. Pergunto: Onde a sociedade vai parar? É esse o precedente que a sociedade deseja abrir com os bombeiros?
    Para que não corramos esse risco há uma legislação militar que rege as FFA, Bombeiros e a PM. Independente de qualquer pleito salarial, ela tem de ser respeitada. No momento em que a sociedade permitir que essa lei seja ignorada, estará pondo em risco sua própria ordem.

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